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Capítulo 2

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Assoalho Pélvico – a musculatura que deve ser exercitada por grávidas.

É muito importante fortalecer a estrutura pélvica para evitar a incontinência urinária.

O assoalho pélvico é o conjunto muscular responsável pela sustentação da região da bacia. Ele segura a bexiga e os órgãos reprodutivos femininos e, durante a gestação, o protege o útero e acomoda os órgãos internos. Essa estrutura é formada por treze músculos e funciona como uma “cama elástica”, um berço para o bebê.

Durante a gestação, a mulher passa por diversas mudanças nessa região, que ajuda a segurar o peso do bebê e a placenta. Por isso, é importante começar a exercitá-la o quanto antes.

As alterações hormonais ocasionadas por mudanças biológicas do corpo humano durante a gestação também podem colaborar para alterações no seu funcionamento ideal, já que a região ajuda na sustentação do bebê na barriga da mãe.

Uma lesão nessa musculatura, ou até mesmo seu enfraquecimento, pode causar complicações como a incontinência urinária, bexiga hiperativa, constipação e escapes de xixi (ao tossir, dar risada e durante prática de atividades físicas). Em casos mais avançados, o desgaste pode levar a queda e deslocamento dos órgãos da região.

Muitas mulheres não sabem contrair essa musculatura por falta de consciência corporal, por isso, a primeira atitude é reconhecer esse assoalho. Quando “seguramos o xixi” estamos contraindo o assoalho pélvico e quando liberamos, estamos relaxando a estrutura. Essa consciência pode ser útil até na hora do parto, principalmente o normal.

As vantagens dessa atividade física simples, rápida e prática serão muitas: prevenção da incontinência urinária e prolapso, melhor apoio durante a gravidez e pós-parto e também uma vida sexual mais satisfatória. Simples e discreto, o exercício pode ser feito de forma confortável e tranquila.

A melhor forma de melhorar a sustentação do útero fortalecendo a estrutura acontece nas seguintes etapas:

1- Deite-se de costas e apoie a coluna no chão, mantendo os joelhos afastados com os pés apoiados no chão.

2- Levante o quadril e aproxime os joelhos contraindo a região do assoalho pélvico. Mantenha por alguns segundos e volte na posição inicial.

3- Repita por 10 vezes essa atividade e perceba a diferença!

Fontes:

Hospital Universitário da Universidade de São Paulo – USP
Revista Saúde
Baby Center
Green Me

Sinais que indicam a incontinência urinária

“Não consigo segurar o xixi. E agora?”

Agora é hora de manter a calma e de procurar descobrir a causa da incontinência urinária. Admitir que há algum problema é o passo mais importante. Não é normal passar a não conseguir segurar o xixi de uma hora para outra.

CONHEÇA ALGUNS SINAIS DA INCONTINÊNCIA

Os primeiros sintomas aparecem nas situações que envolvem um pouco de esforço físico, como quando você tosse, ri, faz exercícios ou se movimenta e uma pequena quantidade de urina escapa.

Outro sintoma da incontinência urinária é aquela vontade súbita e intensa de fazer xixi em meio às atividades mais comuns do dia a dia. A necessidade de urinar chega a ser tão grande que um pouco de urina acaba por escapar antes mesmo de conseguir chegar ao banheiro.

Você já sentiu sua roupa íntima ficar úmida sem ter sentido vontade de urinar? Este também pode ser um sintoma da incontinência.

Se você acorda durante a noite com frequência para ir ao banheiro ou ao levantar da cama percebe que um pouco de urina escapou durante o sono, estes podem ser mais alguns dos sintomas.

Por último, o sintoma mais evidente. Ele se dá quando a uretra não é mais capaz de segurar urina e praticamente todo o líquido que está na bexiga escapa repentinamente.

NÃO DEIXE PARA DEPOIS!

Quanto antes você entender que existe um quadro de incontinência urinária, melhores e mais rápidos poderão ser os tratamentos. Boa parte dos casos de incontinência pode ser curada ou consideravelmente melhorada com procedimentos simples.

A fisioterapia e os exercícios físicos são muito indicados durante o tratamento e oferecem redução de até 70% dos casos de perda involuntária de urina.

Lembre-se: para identificar se o seu problema pode ser mesmo caracterizado como incontinência urinária, a ajuda médica é, e sempre será, a melhor opção. A incontinência urinária pode ser causada por diversos fatores. Por isso, é importante identificar as causas e proceder com o tratamento ideal para cada caso.

NOVIDADE DE MOVIMENT PARA O DIA A DIA DAS MULHERES

A incontinência urinária é um problema que pode surgir em qualquer fase da vida. Para ajudar você passar por esse período com total discrição e segurança, Moviment está desenvolvendo uma nova linha de roupas íntimas descartáveis para as mulheres. São produtos modernos, práticos e eficientes, totalmente pensados na feminilidade, conforto e autoestima.

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(Fonte: Tua Saúde, Drauzio Varella e Portal Minha Vida)

Essas pessoas conseguiram superar a incontinência

Conheça a história de três pessoas que continuaram a viver a vida normalmente com a incontinência urinária.

É fato: existe um tabu em torno da incontinência urinária. Porém, cada vez mais pessoas estão dispostas a lidar com essa questão com naturalidade, procurar ajuda e levar uma vida normal. Separamos três histórias de pessoas que convivem com escape de urina e não deixaram sua vida parar.

“Continuo a fazer o que gosto”

A jornalista mineira Déa Januzzi tem 50 anos e há pelo menos dois tem incontinência urinária. Ela é um bom exemplo: “Eu não deixei de fazer nada do que eu gosto por causa da incontinência urinária, nem mesmo sair para o bar com os amigos”, conta. “Só precisava ficar atenta aos banheiros mais próximos.”

Déa escreve a respeito de temas relacionados à maturidade. Para ela, as pessoas deveriam falar naturalmente a respeito de situações como essa. “A incontinência urinária ainda causa constrangimento. Não faz sentido. Se pelo menos 10 milhões de brasileiros têm essa disfunção não deveria ser tabu falar sobre ela.”

“Não dei espaço para a tristeza”

Pessoas mais novas também lidam com esse tipo de situação. A paisagista Tiê Amalfini*, de 33 anos, sempre teve escapes de urina ao longo da vida e achava que isso era natural. Até conversar com um educador físico e descobrir que tinha incontinência.

“Fiquei surpresa porque sempre achei que era normal o xixi escapar”, conta Tiê. “Como isso sempre fez parte da minha vida, acho que aprendi a lidar com a questão há muito tempo. Isso não deu muito espaço para a tristeza, sabe?”. Ela que adora bloquinhos de carnaval e outros eventos ao ar livre nunca deixou de sair de casa por causa da incontinência. Depois que descobriu a roupa íntima, não precisou mais se preocupar o tempo todo com a proximidade de banheiros.

O educador físico que abriu os olhos de Tiê faz um trabalho de fortalecimento do períneo. A partir da conversa com ele, ela inseriu na rotina exercícios pélvicos fáceis de fazer em casa e desde então tem sentido uma boa melhora. [dicas de exercícios] “Até para me relacionar com o meu namorado, fiquei mais confiante”, diz.

“Percebi que estava sendo egoísta”

João Apolinário* tem 63 anos e uma saúde debilitada. Por causa de um infarto e da próstata aumentada, precisou tomar muitos remédios nos últimos tempos. No ano passado, desenvolveu incontinência urinária, aparentemente em consequência dos medicamentos.

Durante um ano e meio, os escapes de urina provocaram transtornos consideráveis, principalmente à noite. A mulher dele fez tudo que estava ao seu alcance: encapou o colchão com plástico e habituou-se a lavar a roupa de cama a todo momento. Nos períodos mais críticos, era preciso lavar todos os dias. Isso porque o marido se recusava a tocar no assunto e usar produtos adequados.

“Um dia, ela me disse assim: ‘se você não me ajudar, eu vou ter problemas sérios nos braços de tanto lavar os lençóis’. Naquele momento eu percebi que estava sendo egoísta. Comecei a usar produtos específicos para incontinência e foi a melhor coisa que eu fiz”, lembra João.

Lembre-se: sua vida não pode parar!

Cada pessoa encontra uma forma de superar ou conviver com a incontinência urinária. Às vezes pode levar mais tempo, às vezes pode nem ser encarado como uma dificuldade. O importante é sempre ter em mente que existem tratamentos, prevenções e produtos que ajudam a levar uma vida normal. Afinal, todos nós ainda temos muito o que viver pela frente.

*Trocamos o nome para preservar a intimidade desses personagens, cujas histórias são verídicas.

 

05 coisas que acontecem depois dos 40 e são normais

Hoje, graças à tecnologia e a um estilo de vida saudável, é possível suavizar a passagem dos anos e se manter ativo por muito tempo. Passar dos 40 significa que ainda tem muito a viver mesmo com o corpo começando a mostrar algumas mudanças. Leveza é fundamental para aproveitar as vantagens dos 40, 50, 60. Listamos aqui 05 mudanças naturais que chegam nessa fase e que não vão fazer sua vida parar.

  1. A visão fica diferente

A visão fica diferente

Um dos indícios de que chegou aos 40 está na visão. Objetos próximos talvez não fiquem tão nítidos como antes. A chamada presbiopia, popularmente conhecida como “vista cansada”, é mais comum do que se imagina e basta uma breve consulta com o oftalmologista para acompanhar essa mudança.

  1. Mais atenção para controlar o peso

Perder peso depois dos 40 anos é diferente de quando se tem 20. O metabolismo começa a desacelerar, mas nem por isso emagrecer é impossível. Disciplina, ajustes na alimentação, uma rotina de exercícios e boas noites de sono são a receita perfeita para manter por muito tempo seu peso ideal.

Mais atenção para controlar o peso

  1. Escape de xixi

Escape de xixi

É mais comum do que se imagina e deve ser sempre visto com naturalidade. Cerca de 5% dos brasileiros convivem com incontinência urinária. Para evitar, uma boa dica é adotar exercícios pélvicos em sua rotina [confira AQUI], que também ajudam no desempenho sexual. E, se estiver com os sintomas, saiba que é normal e há uma série de medidas que podem ser tomadas para não afetar sua qualidade de vida [confira AQUI].

  1. Valorizar mais encontros caseiros

Barulhos muito altos passam a causar mais irritação depois dos 40. A vida social, em muitos casos, passa a acontecer mais em lugares tranquilos e privados, onde é possível ter conversas de qualidade. Claro, nada impede de se divertir em uma balada ou um bar sempre que quiser.

Valorizar mais encontros caseiros

  1. Reparar nas ressacas

E, por falar em festas e jantares, a ingestão de uma grande dose de bebida alcoólica depois dos 40 pode gerar uma ressaca mais notável no dia seguinte. A maioria dos especialistas diz que organismos com mais idade costumam ter menos água para diluir a bebida, trazendo desidratação e dor de cabeça. O segredo aqui é o mesmo que você aprendeu na juventude: curtir os bons momentos, mas sem exagerar na bebida.

Reparar nas ressacas

Com o passar dos anos, você poderá notar essas ou outras alterações no funcionamento do seu corpo. Alguns pontos merecem mais atenção e uma consulta com seu especialista para orientação. O mais importante é você não deixar que isso interfira na sua vida.

Os alimentos e bebidas vilões da incontinência urinária

É muito comum ligar a incontinência urinária a vários fatores, mas poucas pessoas chegam a imaginar que uma simples xícara de café pode influenciar no escape do xixi. Para ajudar a lidar e a diminuir essa condição, listamos 6 alimentos e bebidas que podem agravar a incontinência urinária.

  1. Café e chás

Pois é, aquele café que adoramos tomar a cada momento do dia pode agravar o escape do xixi. Isso acontece porque café e chás escuros, como o verde e o preto, contêm cafeína. Essa substância é diurética, ou seja, ela aumenta o fluxo e o volume de urina no corpo. Claro, não precisa eliminar o cafezinho do seu dia a dia, mas se você toma frequentemente é importante moderar.

  1. Refrigerantes de cola

Refrigerantes de colaEles parecem inofensivos, mas os refrigerantes de cola podem ser duplamente agravantes da incontinência urinária. Assim como cafés e chás escuros, eles são diuréticos. Para completar, possuem substâncias que podem irritar bexigas mais sensíveis.

  1. Bebidas alcoólicas

Bebidas alcoólicasÉ só tomar uma cerveja que vem aquela vontade incontrolável de ir ao banheiro? A explicação é simples: o álcool também tem efeito diurético. Sem falar que, em excesso, faz mal à saúde. Procure moderar.

  1. Frutas cítricas

Frutas cítricasAs frutas cítricas podem irritar bexigas mais sensíveis. Alguns exemplos: abacaxi, acerola, ameixa, cupuaçu, jabuticaba, caju, laranja e até tomate. Isso vale para os sucos também.

  1. Pimentas e alimentos picantes

Pimentas e alimentos picantesSabe aquela pimentinha que a gente sempre coloca para dar mais tempero à comida? Ela também pode irritar a bexiga e aumentar os sintomas da incontinência urinária. Algumas pessoas chegam a notar uma melhora apenas retirando a pimenta e os alimentos picantes do cardápio.

  1. Blueberry

BlueberryA blueberry, também chamada de mirtilo, é um caso curioso. Por ser rica em ácido, acaba irritando a bexiga, o que aumenta o escape de xixi. Em compensação, seu suco ajuda em infecções urinárias. O ideal é consultar um especialista para entender se a fruta faz bem ou mal no seu caso.

Não deixe sua vida parar

A gente sabe, é complicado retirar completamente todos esses alimentos e bebidas da rotina. A dica aqui é saber moderar em vez de tentar eliminá-los da dieta. E lembre-se: sempre que você não resistir e exagerar nesses alimentos, você conta com a roupa íntima descartável como uma solução prática para sua vida não parar.

(Fonte: Érika Fantaguci Chuqui Araújo, nutricionista)

06 provas de que os 40, 50, 60 são fases incríveis da vida

Já ter vivido algumas décadas de vida traz, além dos anos, uma coleção de experiências e aprendizados deliciosos que dão uma visão muito mais ampla do mundo. Com otimismo e leveza, a maturidade torna-se uma fase incrível. Elencamos aqui seis provas de que essa pode e deve ser a melhor época da sua vida.

1.Você sabe usar melhor seu tempo

Você sabe usar melhor seu tempo

Passamos a juventude reclamando de não ter tempo e de precisar nos dedicar sem parar ao trabalho e aos afazeres. Mas com o passar dos anos percebemos que não é bem assim; entendemos que precisamos cuidar mais de nós mesmos e nos dedicar a atividades que dão prazer. Pode ser cozinhar, praticar esportes, fazer trabalhos voluntários, enfim, qualquer atividade capaz de revigorar a mente.

2.Você aceita as mudanças do corpo

Você aceita as mudanças do corpo

O fato de não ter nascido ontem traz destreza para lidar com as mudanças que podem aparecer no meio do caminho. Sentir-se bem o suficiente para deixar os fios brancos de cabelo à mostra ou exercitar e respeitar o corpo que já não é o mesmo de tempos atrás são sinais de autoconfiança e sabedoria.

3.Você é uma boa companhia para si mesmo

Você é uma boa companhia para si mesmo

Um dos grandes segredos das pessoas mais longevas, saudáveis e felizes é saber curtir os momentos a sós. Ser uma boa companhia para si mesmo é fazer aquilo que mais gosta mesmo estando sozinho. Boas opções não faltam: ler, cozinhar, ir ao cinema, passear no parque, tomar uma taça de vinho, ouvir uma boa música, entre muitas outras possibilidades.

4.Você pensa a longo prazo

Você pensa a longo prazo

Chega um momento da vida em que percebemos que o futuro pode ser visto por um ângulo diferente, afinal o que antes poderia ser um descompromisso agora faz parte de um plano para aproveitar cada ano ao máximo. Planos de longo prazo, como ter um futuro mais tranquilo e cuidados com a saúde, por exemplo, passam a ser assuntos mais interessantes e presentes no dia a dia.

5.Você sabe escutar

Você sabe escutar

Quem tem sabedoria reconhece a importância de escutar mais do que falar. A relação com o tempo se torna mais calma e rica, e a capacidade de ouvir e perceber o outro consequentemente fica mais latente. Com os anos entende-se que os que escutam mais aprendem mais; passam confiança, serenidade e seriedade a quem está ao redor.

6.Você ensina algo às pessoas mais novas

Você ensina algo às pessoas mais novas

Os anos de aprendizado podem ser inspiradores: trazem respostas para vários dilemas do dia a dia, pontos de vista diferentes, opiniões mais maduras e a experiência de quem já vivenciou muita coisa. Transmitir às gerações mais novas algo que você aprendeu faz diferença na sua vida e também na vida das outras pessoas. Identificar oportunidades e lugares para passar seus ensinamentos pode ser gratificante.

Aprenda 5 exercícios para fortalecer o assoalho pélvico

O assoalho pélvico é a base do nosso tronco, uma estrutura formada por 13 músculos, fáscias e ligamentos que formam uma rede de sustentação e está localizado entre o osso púbis e o cóccix (toda a região da bacia). Esse músculo faz a sustentação dos órgãos localizados na cavidade pélvica: bexiga, reto, próstata e órgãos reprodutivos feminino, sendo responsável pelas funções sexuais.
Ele é o responsável pelo controle de nossas necessidades vitais, como fazer xixi. Se os músculos dessa região enfraquecem, o paciente pode ter incontinência urinária e até mesmo problemas relacionados ao seu desempenho sexual.
Para evitar ou amenizar esse e outros problemas, selecionamos uma série de 5 exercícios para fortalecer o assoalho pélvico. São simples e discretos – dá para fazer sentada(o) ou de pé e até enquanto trabalha. Experimente e sinta a diferença em seu bem-estar!

1. Contraia e relaxe

A ideia aqui é fazer o simples exercício de contrair e relaxar os músculos do assoalho pélvico. Você pode começar fazendo cinco vezes e, quando se sentir mais segura(o), passar para dez e repetir em mais duas séries. Conte até cinco de modo pausado e, a cada número, contraia e relaxe.
Importante: não faça esse exercício enquanto estiver no banheiro. Segurar o xixi pode causar problemas futuros, inclusive infecção urinária.

2. Contraia, sustente e relaxe

Faça força de contração do assoalho pélvico, como no exercício anterior, segure por cinco segundos e depois relaxe. Repita mais quatro vezes. Esse exercício também pode ser feito em qualquer lugar e horário, contanto que você esteja sentada(o), com a coluna ereta e os pés apoiados no chão.

3. Contraia durante a respiração

Agora vamos dificultar um pouquinho: você vai ter que contrair a musculatura do assoalho pélvico, inspirar e expirar, e só depois relaxar. Então, vamos lá: contraia e sustente a contração, puxe o ar, solte o ar e, agora sim, relaxe. Repita outras quatro vezes.

4. Contraia progressivamente em 3 tempos

Quando estiver pronta(o) para mais um desafio, faça este exercício: o objetivo é treinar a contração do assoalho pélvico em três tempos. Contraia, contraia mais e mais uma vez. Só depois relaxe. Quando estiver craque, repita outras quatro vezes.

5. Contração do assoalho pélvico associada à tosse

É isso mesmo que você entendeu: a ideia aqui é contrair o assoalho pélvico e forçar uma tosse. Contraia e tussa. Repita cinco vezes no total.

(Fonte: Hospital Universitário da Universidade de São Paulo – USP).

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7 dicas de bem-estar para quem tem incontinência urinária

A incontinência urinária pode levar a algumas situações incômodas. Mas é possível, sim, contorná-las em busca de sensação de segurança, conforto e tranquilidade.
O bem-estar pode fazer toda a diferença no cotidiano de quem tem incontinência urinária e é mais fácil de se alcançar do que se imagina.
Preparamos sete dicas para que você se sinta cada vez mais confiante e não deixe de fazer nada do que gosta por causa dessa condição. Confira:

1. Evite excesso de líquido antes de dormir

A incontinência urinária não pode servir de pretexto para não beber água. Porque se você fizer isso a urina vai ficar muito concentrada, o que pode causar até uma infecção urinária.
No entanto, vale a pena evitar beber muita água antes de dormir. O momento de jantar pode ser, por exemplo, o horário máximo para ingerir qualquer tipo de líquido. Depois disso, não beba mais nada. Isso deve evitar o escape de urina durante a noite.

2.Evite deixar a bexiga ficar muito cheia

Se você segurar o xixi por muito tempo, a bexiga enche e aumenta o risco do xixi escapar caso você espirre, tussa ou dê uma gargalhada, entre outras situações. Por isso, é importante ir regularmente ao banheiro, mesmo se a vontade de urinar ainda não esteja tão grande.

3. Faça exercícios pélvicos regularmente

Com o passar do tempo, nossos músculos tendem a ficar mais flácidos, é da natureza. Por isso é importante praticar exercícios físicos. No caso da incontinência urinária, essa lógica faz todo sentido.
O controle da saída do xixi é feito pela musculatura pélvica, aquela que recobre a pelve, ou seja, a cavidade óssea da bacia. Se esse músculo fica fraco, nós perdemos a capacidade de controlar quando o xixi deve ou não sair. Felizmente, existem vários exercícios que podem ser feitos em casa e no trabalho. Confira AQUI.

4. Mantenha seu médico informado

Tanto mulheres quanto homens podem sofrer de incontinência urinária. O problema é mais comum entre mulheres. Portanto, o ideal é aproveitar a consulta ao ginecologista para relatar qualquer caso de escape de xixi.
No caso dos homens, a dica é visitar o urologista se perceber qualquer escape de urina. Independentemente do gênero, quanto antes começar o tratamento, maior a chance de cura sem precisar de cirurgia.

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5. Fale abertamente sobre o assunto

Você já reparou que, cada vez que falamos sobre um problema nosso, aparece alguém que diz “poxa, eu sei bem como é isso” e se anima a contar seus casos também? Quando isso acontece, as duas pessoas ganham. Primeiro, porque uma vai aprender com a outra maneiras de lidar com o assunto. Segundo, porque quando percebemos que o problema não é só nosso, normalmente ficamos menos complexados e traumatizados.

6. Cuide bem da sua alimentação

Comer mal não causa apenas excesso de peso e problemas no aparelho digestivo. A alimentação é a base da nossa saúde. Dela depende o bom funcionamento do organismo como um todo. Isso vale também para a incontinência urinária.
Excesso de café pode fazer mal, de refrigerante e chá também. Resumidamente, tudo que contém cafeína deve ser consumido com moderação, porque cafeína é diurético, quer dizer, aumenta a vontade de fazer xixi. Mas há outras dicas, que você pode conferir AQUI.

7. Evite mudar a rotina

Se você fizer pequenas adequações, como usar roupa íntima diariamente e não deixar que a bexiga fique muito cheia, você vai conseguir manter seus hábitos, atividades e encontros.

Atividades boas para quem tem incontinência urinária

Existem algumas atividades que são boas para pessoas que têm incontinência urinária, principalmente se o quadro for considerado leve.
Elas podem amenizar alguns sintomas e também trazer bem-estar. Nada melhor do que fazer uma atividade que traga esses benefícios, não? A médica Maita Poli de Araujo, professora e chefe do Setor de Ginecologia do Esporte da Unifesp, indicou cinco atividades boas para quem tem incontinência urinária (IU).

Confira abaixo as 5 atividades boas para quem tem incontinência urinária:

1.Ginástica hipopressiva

Esse tipo de exercício se baseia principalmente na contração da musculatura abdominal mais profunda. Para isso, trabalha-se a postura e o controle da respiração, além da contração.
A Ginástica Hipopressiva não só ameniza os sintomas da incontinência urinária, como também reduz a cintura e tonifica o abdômen.

Pilates

     2. Pilates

O Pilates mistura exercícios físicos com alongamentos, utilizando o peso do próprio corpo na execução. Ele trabalha a concentração, a centralização, a precisão e a respiração, aspectos que ajudam a harmonizar o organismo como um todo.


3. Dança do Ventre

A famosa dança que vem lá do Oriente também ajuda a tratar quem tem incontinência urinária. Os movimentos pedem contração e relaxamento dos músculos do ventre constantes, o que permite o controle da disfunção.

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Ioga

     4. Ioga

Já bastante difundida no país e em todo o mundo, a ioga traz benefícios tanto para o corpo, quanto para a mente. Há diversas linhas, entre elas, a Hatha, considerada a mais clássica, a Ashtanga, uma das mais intensas, e até mesmo a Kundalini, que começa o trabalho pela base da coluna, próximo ao assoalho pélvico.

5. Pompoarismo

A técnica oriental que vem do tantra pode ser uma grande aliada no combate à incontinência urinária. E ela pode ser feita até mesmo sem acessórios. Vale fazer um workshop com alguma especialista no assunto. O exercício vai ajudar não só a fortalecer a região pélvica como também melhorar o seu desempenho sexual.